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13 - O peso de uma língua má

“E digo isto, e testifico no Senhor, para que não andeis mais como andam também os outros gentios, na vaidade da sua mente. Entenebrecidos no entendimento, separados da vida de Deus pela ignorância que há neles, pela dureza do seu coração. Os quais, havendo perdido todo o sentimento, se entregaram à dissolução, para com avidez cometerem toda a impureza. Mas vós não aprendestes assim a Cristo, Se é que o tendes ouvido, e nele fostes ensinados, como está a verdade em Jesus; Que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano; E vos renoveis no espírito da vossa mente; E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade. Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros. Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira. Não deis lugar ao Diabo”. (Efésios 4:17-27)


Quantas vezes já não saiu da nossa boca o peso da palavra má que fere e desmazela o nosso irmão? Foram inúmeras as vezes. E muitas delas foram até sem que a gente percebesse. Simplesmente saiu. E machucou. E não voltou. Porque palavras lançadas para fora de nós não voltam. Ou, pelo menos, não como esperamos.


O apóstolo Paulo nos exorta mais uma vez na carta aos Efésios para que lembremos por quem fomos ensinados. Fomos ensinados pelo próprio Cristo a viver uma vida em verdade, longe das concupiscências do engano, renovando sempre a nossa mente e nos reciclando todos os dias das dissimulações do nosso velho homem, que nos ataca cotidianamente.


Ele ainda continua e nos mostra sobre como é perigosa a ira que se retarda para o amanhã. Ira essa que se estende, que se prolonga. E é nesse prolongar irado que as palavras mais dolorosas e pesadas podem sair da nossa boca e ferir quaisquer um que estejam ao nosso redor. E nesse sentido, o apóstolo nos ensina a resolver todas as nossas pendências com os nossos irmãos antes que o sol se ponha sobre a nossa ira.


“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem”. ( Efésios 4:29)


Que as nossas palavras sejam pacíficas. Que o nosso idioma e a nossa linguagem sejam confrontados e que isso nos faça perceber o quanto precisamos da companhia do Espírito Santo para nos ensinar a caminhar e moldar quem somos. Uma mudança que acontece de dentro para fora. Renovando a mente e o espírito.


“E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o dia da redenção.

Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós.” (Efésios 4:30-31)


Que possamos pedir a Deus a força necessária não só para fugir do homem mau que lança a nós palavras torpes, mas também do homem interior que habita em nós e nos faz exteriorizar toda a impureza da nossa natureza caída.


Que da nossa boca saiam palavras de paz, de calma, de esperança, bondade e comunhão. Que o nosso jardim seja regado pelos frutos do Espírito e que persistamos na busca por um temperamento manso, humilde e cativo à Palavra e à vontade de Deus. “antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” (Efésios 4:32)


Por Thatyane Pereira

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